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O Que Este Poeta Está Lendo?

sábado, 2 de janeiro de 2016

Soneto Sobre o Medo de Recomeçar

Aceite que os medos trovejem,
Que acharas tua coragem,
Mesmo que não seja a maior,
Tua luz brilhara com forte ardor.

Unindo rimas já quebradas,
Buscando todas as respostas,
A maravilhosa luz do dia,
Aurorar-se a como um guia.

Tente definir a eternidade,
De onde nasceu tua humanidade.
Desta vez não serás igual,

Mesmo que se erga o mal.
No meu coração você ainda vive,
E imaculável ainda persiste.

02 de Janeiro de 2016

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

162 Dias

Por ti jaz em meu peito,
Saudade que de tão imensa,
Até o sono foge do meu leito,
E nem em sonhos há tua presença.

28 de Setembro de 2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Chamada do Desespero

5h da tarde, e o telefone tocou,
E no horror de ouvir essa ligação,
Com força apertou-se o meu coração,
Que então como que pela boca saltou.


21 de Setembro de 2015
O Filho Perdido

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Rotina?

Segunda-feira, 2h da madrugada,
O grito mudo dessa dor não se calou,
Então mais uma lâmina se afiou,
E o resto foi sumindo em cada mutilada.

10 de Setembro de 2015
O Filho Perdido

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

De Ti Eu Me Afastei

De ti eu me afastei,
Pois assim eu pensei,
Que para nós seria bom,
E que com alguma sorte,
As palavras achariam o seu tom,
E receberias a minha corte.

30 de Janeiro de 2014
O Filho Perdido

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Soneto de Ninfomania

Uma prisão invisível,
Uma prisão dentro de mim,
É uma dor de outro nível,
E sem perspectiva de fim.

Um mundo de máximo prazer,
Uma busca por “abraços” de calor,
Para então poder transcender,
O patético ideal do amor.

Uma escolha de sofrimento,
Uma escolha de arrebatamento,
Antes porem que tudo se desfaça.

Só o clímax de agora vou sentir,
E quando para a dor eu sorrir,
É que já não importa a desgraça.

28 de Janeiro de 2014
O Filho Perdido

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Caminho da Vida

Se a esperança for entrada,
A existência será significada,
Ainda que numa ilusão,
De muitas e grandes mentiras,
Levando-nos a danação,
Plena das nossas alegrias.

Não se encontrará verdade,
Sem profunda desumanidade,
E um caminho de egoísmo,
E o prazer de muito cinismo,
Paras as grandes alegrias,
De alheias feridas.

Se o mundo é vazio,
Só vejo múltiplos espelhos,
Do que de mim é um rio,
Mesmo que dobre os joelhos,
A terra os irá despedaçar,
Antes de a nós todos tragar.

Não se iluda em crer,
Pois nem chegará a ser,
E ainda que na vida batalhe,
Nunca terá o que lhe cabe,
Só verá ervas e ratos,
Por todos os lados.

E por mais que se corte,
Ou de muita dor grite,
Estamos sempre juntos,
Em muitos e cruéis conluios,
Como é cego nunca vê,
Que eu sou apenas você.

10 de Janeiro de 2014
O Filho Perdido